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“A união faz a força” – Triângulo deve manter-se cada vez mais unido em busca de um melhor e maior desenvolvimento destas três ilhas, afirma Presidente da AMT (c/áudio)

 

Avançando na festa naquela que foi a primeira noite, voltou-se, por mais um ano, a brindar ao Triângulo. Um brinde que, junto de uma mesa com os melhores produtos das três ilhas que compõem o chamado Triângulo, São Jorge, Pico e Faial, enalteceu a relação de proximidade que já existe entre as seis autarquias destas três ilhas e o que se quer construir para o futuro.

Ora, Roberto Silva, o presidente da Associação de Municípios do Triângulo, evidenciou precisamente essa união e defendeu que para aproximar ainda mais São Jorge do Pico é necessário um barco exclusivo que faça a ligação entre estas duas ilhas.

Também Luís Silveira ressalvou a união do Triângulo e garantiu que, acima de qualquer coisa que possa separar estas seis autarquias, como cores políticas, as mesmas estão unidas em prol de um futuro melhor para as suas populações.

Na mesa deste quiosque enfeitado a rigor com as réplicas dos barcos que outrora partiam para os Estado Unidos da América, por exemplo, levando emigrantes carregados de saudades e de sonhos, destaque para os produtos mais tradicionais de cada ilha do triângulo desde o queijo ao vinho.

Neste que é chamado o Dia do Triângulo e que ocorre em todos os festivais de Verão de São Jorge, Pico e Faial, atuaram duas Bandas Filarmónicas, uma do Pico e outra do Faial, tendo antes havido um desfile a que se juntaram outras Bandas do concelho das Velas, para no final entoarem um hino todas juntas.

A noite terminou no Palco Principal com o regresso da Banda Jorgense “Tributo” ao Palco da Semana Cultural das Velas.

 

 

 

 

Liliana Andrade/RL Açores

Fotografia: CMV

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