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“Ainda há um longo caminho a percorrer”, afirma Décio Pereira em relação ao Centro de Processamento de Resíduos (c/áudio)

“Ainda há um longo caminho a percorrer”, afirma Décio Pereira em relação ao Centro de Processamento de Resíduos (c/áudio)

A população já começou a receber em casa folhetos informativos sobre a separação de resíduos e com informações ligadas à entrada em funcionamento do Centro de Processamento de Resíduos de São Jorge, que, no entanto, ainda não está a funcionar, estando apenas “em fase experimental” como referiu Décio Pereira.

O Presidente da Câmara Municipal da Calheta acredita que ainda há um longo caminho a percorrer, sendo este um assunto que engloba não só as entidades governamentais e as autarquias, mas também toda a população.

“Isto é um processo que envolve não só as entidades governamentais como as duas câmaras da ilha, mas também que nos envolve a todos nós como cidadãos”, frisou o autarca calhetense, dizendo ainda que “há muita coisa a fazer”, sendo que para isso é preciso “começar a incutir nas pessoas que a breve trecho teremos que fazer a tal recolha seletiva”.

No entanto, Décio Pereira advertiu para o facto de que “há algumas questões paralelas, designadamente com os resíduos agroindustriais, assunto que também tem que ser posto em cima da mesa e, portanto, há ainda um longo caminho a percorrer quer pelas entidades locais quer pelo Governo Regional”.

No que diz respeito ao depósito dos subprodutos do Matadouro da ilha e da Conserveira de Santa Catarina no aterro da Calheta, que permanecerá aberto até que fique concluída uma solução, Décio Pereira afirma que “é justo” que a autarquia seja paga por isso à semelhança do que acontece com outros municípios.

 As autarquias chegaram recentemente a um acordo com a empresa que irá gerir o Centro de processamento de Resíduos de São Jorge, a Equiambi, que resultou da redução de 50% do total a pagar por cada tonelada de lixo depositada no Centro. Cerca de 13 Euros é o que cada município terá de pagar por tonelada.

Quanto aos aterros sanitários, o único que permanecerá aberto será o da Calheta para que lá sejam depositados as carcaças de animais mortos e os subprodutos do Matadouro da Ilha e da Conserveira Santa Catarina, uma vez que o Centro de Processamento não os pode receber.

O valor pago por cada tonelada depositada no aterro da Calheta referente a este tipo de produtos será de cerca 27 euros, montante este que será então recebido pela autarquia calhetense.

Liliana Andrade/RL Açores

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