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Auditório Municipal das Velas abre portas hoje com dois Bailinhos de Carnaval no programa (c/áudio)

Auditório Municipal das Velas abre portas hoje com dois Bailinhos de Carnaval no programa (c/áudio)

Este Carnaval São Jorge contou com dois Bailinhos. À semelhança do ano passado voltou a ser organizado o bailinho da Câmara Municipal e também o Grupo de Folclore dos Rosais percorreu a ilha com um Bailinho.

Uma tradição que apesar de não ser jorgense é muito acarinhada na ilha e que também resulta de uma forma de os grupos homenagearem a cultura da vizinha ilha Terceira.

A Sepultura 31 é um Bailinho original da Vila Nova, na ilha Terceira, que foi agora trazido aos palcos jorgenses pelo Grupo de Folclore dos Rosais.

Uma única sepultura, duas pessoas na mesma cova e dois familiares muito dedicados nas suas rezas – está assim dado o mote do assunto deste Bailinho de Carnaval.

Solução para esta confusão? Talvez cada um rezar 5 minutos de cada vez, embora essa pareça uma tarefa quase impossível.

Com letra e música de dois elementos do Grupo, o Padre Rúben Pacheco e André Rodrigues, respetivamente, o Bailinho do grupo de Folclore de Rosais resolveu, no Domingo Gordo, percorrer a ilha realizando num único dia oito atuações.

A RL Açores esteve na freguesia do Norte Pequeno a assistir a um desses espetáculos.

O Bailinho volta a subir ao palco esta terça-feira, no Auditório Municipal das Velas.

E é precisamente neste dia que estreia também o Bailinho da Câmara Municipal – OS Vingadores.

Um Bailinho cujo assunto é um original de Andreia Melo, com letra e música de Renato Bettencourt. Uma produção 100% jorgense e que é uma sátira às notícias que marcaram o ano na ilha de São Jorge.

Os Vingadores serão chamados a várias ocorrências também elas relacionadas com factos que ao longo do ano passado foram notícia em São Jorge.

O Bailinho da Câmara Municipal conta com 26 elementos e responsável pelos ensaios, Andreia Melo, destaca a entrega de cada um dos elementos.

Andreia Melo que é formada em teatro destaca precisamente o facto de os Bailinhos, que são uma tradição terceirense, serem uma das maiores formas de manifestação do teatro português, sendo esta também uma forma de homenagear essa tradição.

Estima-se que na noite desta terça-feira, a sala do Auditório Municipal, que se encontrava vazia em dia de ensaio, conte com mais de 200 pessoas para assistir aos dois bailinhos de carnaval que este ano se apresentam em São Jorge.

Liliana Andrade/RL Açores

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