Home / Destaque / Autópsia de corpo que aguardava há mais de 10 dias em São Jorge já foi realizada – Instituto de Medicina Legal quer agora reunir com Governo, Sata e Comandante da Base Aérea para garantir prioridade aos médicos legistas (c/áudio)
Autópsia de corpo que aguardava há mais de 10 dias em São Jorge já foi realizada – Instituto de Medicina Legal quer agora reunir com Governo, Sata e Comandante da Base Aérea para garantir prioridade aos médicos legistas (c/áudio)

Autópsia de corpo que aguardava há mais de 10 dias em São Jorge já foi realizada – Instituto de Medicina Legal quer agora reunir com Governo, Sata e Comandante da Base Aérea para garantir prioridade aos médicos legistas (c/áudio)

A esta hora já está concluída a autópsia o corpo que aguardava há mais de 10 dias em São Jorge pela chegada do médico legista.

A informação foi avançada pelo Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses que através do seu vice-presidente, Carlos Dias, adiantou também que quer reunir com a SATA, o Secretário Regional da Saúde e com o Comandante da Base Aérea para garantir prioridade aos médicos legistas em casos destes.

Depois de mais de dez dias há espera eis que o médico legista conseguiu chegar a São Jorge para a realização da autópsia em causa.

Ora, a especulação centrou-se durante estes dias sobre o porquê de o instituto de medicina legal não ter aceite a solução encontrada pelo Governo Regional que propôs que o médico legista viajasse de avião para a ilha do pico e depois de barco até São Jorge.

Carlos Dias, o vice-presidente do Instituto de Medicina Legal, garante que se tratou de uma questão institucional.

Agora, o Instituto de Medicina Legal quer reunir com a SATA, com o Secretário Regional da Saúde e com o Comandante da Base Aérea de forma a garantir prioridade aos médicos legistas para que se evitem situações deste género.

Questionado sobre a acusação do CDS-PP Açores, que denunciou esta situação, sobre a recorrência de casos deste género, Carlos Dias garante que situações destas são meramente pontuais.

O vice-presidente do Instituto de Medicina Legal garantiu ainda que a curto ou médio prazo serão realizadas ações de formação de medicina legal nos Açores.

Liliana Andrade/RL Açores

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