Avelino Meneses garante que as escolas dos Açores são dos lugares mais seguros para as crianças

O Secretário Regional da Educação e Cultura afirmou nasexta-feira, em Angra do Heroísmo, que as escolas dos Açores são “efetivamente dos lugares mais seguros para as crianças”, não só em termos “da segurança propriamente dita”, mas também “em muitos outros aspetos”, nomeadamente ao nível alimentar.

Avelino Meneses, que falava no final de uma audição no Grupo de Trabalho de Análise e Avaliação das Políticas Públicas de Proteção das Crianças, constituído no âmbito da Comissão de Assuntos Sociais da Assembleia Legislativa, salientou que o ‘bullying’, uma realidade muito antiga que atualmente “e bem, é considerada como um problema”, é, no âmbito da implementação do ProSucesso, objeto de “medidas concretas” de combate, em articulação com outros departamentos governamentais.

Essas medidas, entre outras, passam pela “sinalização” dos casos, frisando o Secretário Regional que “o maior problema é quando os casos não são diagnosticados, porque sem diagnóstico nunca há uma resolução”.

Avelino Meneses realçou ainda a colaboração “muito grande” que existe com as forças de segurança, designadamente através do Programa Escola Segura, no combate a outras problemáticas que se desenvolvem nas proximidades dos estabelecimentos de ensino, apelando a todos os “agentes do Sistema de Ensino Regional, alunos, encarregados de educação, pais, professores e conselhos executivos” para que, “perante um problema, façam uma participação formal”.

Por outro lado, o titular da pasta da Educação enfatizou o esforço realizado pelo Governo na contratação de pessoal, docente e não docente, necessário também a um “bom funcionamento” do sistema educativo.

Avelino Meneses salientou que, além da contratação de mais de oito dezenas de assistentes técnicos operacionais, alguns dos quais para colmatar a saída de outros que estavam ao serviço, o que originou o “rejuvenescimento” daqueles funcionários, foram igualmente contratados algumas dezenas de docentes da área da educação especial.

“Um dos problemas com que nos debatemos nos Açores, em matéria de técnicos nas escolas, não é apenas a questão do número, é muitas vezes o problema do envelhecimento dos próprios funcionários”, frisou, considerando que este problema “acaba por ter algumas implicações ao nível do acompanhamento” dos alunos.

GaCS/RL Açores

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