Caminhos, abastecimento de água e eletrificação são “pilares-chave” da agricultura consolidados nesta legislatura, afirma Neto Viveiros

O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente afirmou esta quarta-feira, na Lagoa, em São Miguel, que o Governo dos Açores “tem por missão facultar ao tecido empresarial agrícola em toda a Região” infraestruturas de apoio à atividade, “sejam elas caminhos, estruturas de abastecimento de água ou de eletrificação”.

Luís Neto Viveiros, que falava na inauguração das obras de beneficiação do Caminho Rural do Carvalho, na freguesia de Água de Pau, salientou que estes são “três pilares-chave” para o setor, que “têm sido consolidados ao longo desta legislatura”, acrescentando, no entanto, que, apesar do “muito que já se fez, ainda há muito para fazer”.

Nesse sentido, a Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente, através da Direção Regional dos Recursos Florestais, vai este ano concluir e iniciar investimentos que incluem cerca de 34 quilómetros de caminhos florestais e rurais, para além dos previstos em caminhos agrícolas sob competência da IROA.

Os investimentos em caminhos rurais e florestais, feitos por administração direta e por empreitadas de obras públicas, beneficiarão, de forma direta, 388 explorações agrícolas, 2.548 hectares de pastagem e 773 hectares de floresta.

Relativamente à empreitada de beneficiação do Caminho Rural do Carvalho, um investimento público de cerca de 300 mil euros inscrito na Carta Regional de Obras Públicas, Neto Viveiros considerou que ”tem um significado especial” porque esta intervenção culminou a pavimentação de todos os caminhos rurais de Água de Pau.

Por outro lado, a intervenção feita nos 1.377 metros de extensão deste caminho permite também beneficiar a população local, uma vez que faz a ligação da Estrada Regional n.º 1-1.ª (Lagoa/Vila Franca do Campo) com o Caminho Rural das Junqueiras, além de melhorar os acessos a 13 explorações agrícolas e a uma área de 42 hectares de pastagem.

Na sua intervenção, o titular da pasta da Agricultura frisou que a obra dá “melhores condições em termos de segurança” ao dia-a-dia dos produtores, maior “facilidade de acessibilidades” e contribui para “aumentar a competitividade” por via “da redução dos custos”.

As obras contemplaram a reabilitação do sistema de drenagem, o alargamento e pavimentação, bem como a reintegração paisagística dos taludes, tendo sido utilizadas 600 plantas nativas dos Açores.

GaCS/RL Açores

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