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Catarina Cabeceiras diz que São Jorge é ilha mais penalizada a nível de transportes e que está a perder o seu futuro por culpa da Governação socialista (c/áudio)

Este Verão assistiu-se em São Jorge à “repetição do cenário de caos” no que diz respeito às acessibilidades aéreas. Quem o diz é Catarina Cabeceiras, deputada do CDS-PP Açores, que considerou mesmo que “São Jorge está cansado de ser a ilha mais penalizada”.

Questionando, esta quarta-feira, a secretária da tutela, no âmbito do debate do Plano e Orçamento da Região para 2020, a deputada jorgense quis saber quantos mais anos terão de esperar os jorgenses para verem a sua ilha a desenvolver-se nos variados setores, algo que não tem acontecido devido aos constrangimentos dos transportes aéreos, segundo Catarina Cabeceiras.

Catarina Cabeceiras lamentou ainda aqueles que considerou serem os anos de atraso com que foram sendo concretizadas algumas promessas dos sucessivos governos socialistas, dando especial ênfase ao Porto do Topo, cujas obras ainda decorrem.

A deputada do CDS-PP eleita por São Jorge afirmou mesmo que “as esperas” que o Governo tem imposto a São Jorge tem custado o desenvolvimento populacional, social e económico da ilha.

Para além de apontar o dedo aos transportes aéreos, Catarina Cabeceiras não esqueceu os transportes marítimos, lamentando a falta de publicação atempada dos horários da Atlânticoline.

A deputada centrista questionou ainda o Governo sobre a proposta do CDS aprovada pela Assembleia Regional, o Plano Integrado das Fajãs que até hoje nunca foi criado.

Catarina Cabeceiras aproveitou ainda esta intervenção para elencar os problemas que se verificam em vários setores, lamentando acima de tudo a perda de população e consequente perda de futuro, tal como afirmou a parlamentar.

Outros dos investimentos que Catarina Cabeceiras considera estarem por concretizar na ilha de São Jorge são um novo Matadouro para a ilha, a reparação da estrada transversal que liga a Urzelina a Santo António ou uma maior deslocação de médicos especialistas à ilha.

 

 

 

 

Liliana Andrade/RL Açores

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