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Conselho de Ilha de São Jorge diz que nem tudo se resume a estatísticas e insiste nos constrangimentos causados pela SATA, Governo Regional está empenhado em melhorar respostas (c/áudio)

Conselho de Ilha de São Jorge diz que nem tudo se resume a estatísticas e insiste nos constrangimentos causados pela SATA, Governo Regional está empenhado em melhorar respostas (c/áudio)

O Governo Regional reuniu esta segunda-feira com o Conselho de Ilha de São Jorge, no âmbito da visita estatutária do executivo açoriano à ilha. No final da reunião, Vasco Cordeiro disse que o Governo está empenhado, em articulação com a SATA, em resolver alguns dos constrangimentos que se fazem sentir no que respeita aos residentes.

Já o Presidente do Conselho de Ilha confessou que não saiu completamente satisfeito da reunião e que nem tudo se resume a estatísticas como consideram os membros do Governo.

Na reunião entre o Conselho de Ilha de São Jorge e o Governo regional, os conselheiros voltaram a insistir nos constrangimentos que se fazem sentir nas ligações aéreas de e para a ilha de São Jorge.

No entanto, para Vasco Cordeiro por vezes as coisas não são tão más como as pintam.

Para o Presidente do Governo regional os números têm que ser tidos em conta, mas Vasco Cordeiro diz que registou principalmente o alerta do Conselho de Ilha quanto à questão das acessibilidades aéreas no que toca aos residentes, dizendo que o Governo está empenhado, em articulação com a SATA, em garantir a melhor resposta para essas situações.

Questionado sobre a situação denunciada durante a reunião de que um residente em São Jorge que teve de se deslocar ao hospital da Terceira teve de esperar dez dias por um voo de regresso, Vasco Cordeiro admitiu que esta “nem sequer é uma situação que seja aceitável do ponto de vista do funcionamento até do próprio Serviço Regional de Saúde”.

Já o presidente do Conselho de Ilha diz que não sai completamente satisfeito da reunião, considerando que há assuntos que ficam sempre sem resposta, nomeadamente a questão das ligações aéreas.

Dário Nascimento diz mesmo que as estatísticas não explicam tudo.

O Presidente do Conselho de Ilha referia- aos dados divulgados pela secretária regional dos Transportes e Obras Públicas, Ana Cunha, relativos à taxa de ocupação média das ligações aéreas para São Jorge.

Ana Cunha disse que “a oferta foi sempre superior à procura”, mas prometeu ter atenção aos números no próximo verão, assegurando que vai haver “incremento, não por voos extraordinários”.

Questionado sobre o Porto do Topo e manifestação que aconteceu há algumas semanas, Vasco Cordeiro disse tal como já havia sido revelado pelo Secretário Regional do Mar durante a reunião que ainda esta semana será publicado o concurso público para a obra que se prevê que arranque em 2018.

Outra matéria que os conselheiros queriam ver esclarecida prendia-se com a saúde, nomeadamente as deslocações de médicos especialistas que consideram escassas.

O secretário regional da Saúde, Rui Luís, assumiu a vontade de “fazer uma melhor organização da deslocação de especialistas para garantir maior acessibilidade aos utentes”.

Reconhecendo existir especialidades médicas que não tem sido possível fazer chegar à ilha, nem através de convenções, nem do Serviço Regional de Saúde, Rui Luís referiu que em 2014 foram cerca de 1.200 as consultas de especialidade, número que passou o ano passado para 2.749.

Liliana Andrade/RL Açores/AO

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