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Contas de 2018 do Município das Velas geraram discussão entre partidos, mas acabaram aprovadas em Assembleia Municipal (c/áudio)

Contas de 2018 do Município das Velas geraram discussão entre partidos, mas acabaram aprovadas em Assembleia Municipal (c/áudio)

A Assembleia Municipal das Velas aprovou esta segunda-feira as Contas de 2018 da Câmara Municipal das Velas. A Apresentação de contas recebeu os votos favoráveis do Grupo Municipal do CDS-PP e do PSD, com a abstenção do PS e o voto contra da CDU. De salientar que o saldo de gerência da autarquia velense para o exercício de 2019 é superior a nove milhões de euros.

De acordo com o relatório da Comissão Permanente, “os mapas de execução orçamental demonstram que a receita total cobrada foi de 7.211.621,04 euros, sendo que 5.301.048,75 euros correspondem a receitas correntes e 1.906.626,66 euros a receitas de capital, havendo ainda reposições no montante de 3.845,63 euros”.

Segundo o mesmo documento, a despesa total paga foi de 5.240.675,40 euros. Quanto a despesas correntes foi pago o montante total de 3.442.626,05 euros; relativamente às despesas de capital foi pago o montante total de 1.798.049,35 euros.”

Para Luís Silveira, estas são as contas de uma Câmara equilibrada, classificando-as de “contas rigorosas”.

O autarca velense considerou ainda que o orçamento deste ano é o que mais apoiou as Instituições do concelho.

Ora, para a representação municipal da CDU que votou contra as Contas de 2018 da autarquia, de forma a ser coerente com o voto contra o orçamento, como explicou João Anastácio, “as pessoas são contra elefantes brancos”, criticando algumas das obras levadas a cabo pelo executivo do CDS-PP.

Já o PS, pela deputada municipal Sandra Campos, lamentou aquela que considerou ser a baixa taxa de execução orçamental da autarquia, realçando que a culpa não pode ser apenas dos Fundos Comunitários.

O Grupo Municipal do PSD, pelo deputado Luís Pereira, aproveitou para questionar o executivo sobre o porquê de não ter abatido o passivo.

Por seu turno, Roger Sousa, do CDS-PP, respondeu, tal como o presidente da autarquia já havia feito, às críticas do PS, atribuindo a taxa de execução orçamental mais baixa à falta da abertura das Candidaturas ao Quadro Comunitário de Apoio AÇORES 2020, tecendo ainda vários elogios à gestão deste executivo camarário.

As contas de 2018 da autarquia foram então aprovadas com os votos favoráveis do CDS-PP e PSD, a abstenção dos socialistas e o voto contra da CDU.

 

 

 

 

 

Liliana Andrade/RL Açores

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