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Criação da Rede Regional de Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental publicada em Diário da República

Criação da Rede Regional de Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental publicada em Diário da República

O Decreto Legislativo Regional n.º 26/2016/A, que cria a Rede Regional de Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental (RRCCISM), dirigida a pessoas com doença mental de que resulte incapacidade psicossocial, foi hoje publicado em Diário da República.

Os cuidados na comunidade são a pedra basilar dos cuidados de saúde mental inclusivos, já que promovem o tratamento contínuo em contexto familiar e social, o que permite uma maior integração do indivíduo na sociedade, que é um dos principais objetivos do Serviço Regional de Saúde.

Este diploma, que entra terça-feira em vigor, além de definir as principais diretrizes desta Rede, determina a criação de uma Equipa de Coordenação Regional de Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental e a implementação de uma plataforma informática para referenciação, entre outras medidas.

Nos termos da legislação agora publicada, a admissão de utentes na RRCCISM é feita por proposta dos hospitais, unidades de saúde de ilha e instituições que integram esta rede.

A Rede Regional de Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental inclui unidades de internamento de curta, média e longa duração, unidades residenciais, unidades socio-ocupacionais e equipas de saúde mental de apoio domiciliário.

As unidades de internamento de curta, média e longa duração possuem as valências de saúde mental, psicogeriatria, deficiência mental e comportamentos aditivos e dependências, enquanto as unidades residenciais têm as tipologias de residências de treino de autonomia, residências autónomas, residências de apoio moderado e residências de apoio máximo.

Por seu lado, as unidades socio-ocupacionais localizam-se em contexto comunitário e destinam-se ao apoio e acompanhamento nas atividades quotidianas, gestão de medicação e alimentação e apoio a familiares, cuidadores informais e grupos de autoajuda, tendo em vista a reintegração familiar.

As equipas de saúde mental de apoio domiciliário visam, entre outros objetivos, maximizar a autonomia da pessoa com incapacidade psicossocial, reforçar a sua rede de suporte social através da promoção de relações interpessoais significativas e promover a participação das famílias e de outros cuidadores na prestação de cuidados no domicílio.

GaCS/RL Açores

 

Imagem: ©Direitos Reservados

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