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Crise Sísmica de 1964 recordada em Painel de Azulejos da autoria de António Pedroso  (c/audio)

Crise Sísmica de 1964 recordada em Painel de Azulejos da autoria de António Pedroso (c/audio)

No âmbito das comemorações do dia de São Jorge, feriado municipal, foi descerrado um painel de azulejos da autoria de António Pedroso alusivo à Crise Sísmica de 1964, tema da edição deste ano das festas de São Jorge.

António Pedroso explicou que o objetivo da criação deste painel “foi além de assinalar a data dos 50 anos da crise sísmica, criar também a possibilidade de estes azulejos serem uma forma de iniciar estórias com factos históricos.”

O autor do painel salientou que “mais do que criar arte”, gosta “de despertar curiosidades”, sendo que “a partir deste trabalho vai haver muitas pessoas que tem vivências para contar, experiências para partilhar”, podendo ser um avô a contar uma estória a um neto, um guia a explicar a um grupo de turistas, um emigrante a narrar aos lusos descendentes.”

De acordo com António Pedroso, “São Jorge foi martirizado de certa forma com esta crise sísmica”, mas conseguiu erguer-se, destacando a força e coragem dos jorgenses na reconstrução da ilha, algo que está também representado no painel de azulejos que está patente na praça velha na vila das Velas.

António Pedroso destacou ainda a modificação que houve na sociedade jorgense a nível socioeconómico e ressalvou que não se está a celebrar a data dos 50 anos da crise sísmica, mas sim “a evocar e a recordar este acontecimento”, dizendo que uma crise “traz sempre coisas benéficas”, como por exemplo a “injeção de capitais na reconstrução”.

Liliana Andrade/RL Açores

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