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Delegado de Ilha da Vice-Presidência acusado do crime “Devassa da vida privada”

Delegado de Ilha da Vice-Presidência acusado do crime “Devassa da vida privada”

Por alegada devassa da vida privada, está em Tribunal o Delegado de Ilha dos serviços da Vice-Presidência em São Jorge.
De acordo com notícia avançada pela rádio pública, André Enes terá filmado três mulheres, uma delas agente da PSP, no balneário do ginásio que frequentam. A sentença é conhecida esta quinta-feira, estando a audiência marcada para as 10h no Tribunal da Comarca de Velas.

André Enes é líder honorário da JS de São Jorge, pertencendo ainda ao secretariado de Ilha do PS São Jorge e deputado municipal da Calheta e técnico superior no Serviço de Ilha da Vice-Presidência do Governo Regional,  sendo também o Delegado de Ilha deste serviço.
André Enes está acusado do crime “Devassa da vida privada” e foi levado a julgamento por três vítimas, uma delas agente da PSP. Segundo a notícia avançada pela Antena 1 Açores, as vítimas terão sido filmadas nos balneários do ginásio que frequentam.

Em Tribunal foi apresentada prova documental. Ao que tudo indica, o arguido terá usado uma “goPro” com que terá filmado as vítimas e que foi apreendida pela agente policial.

Seguiram-se depois buscas na residência do arguido. Prova que deverá ser suficiente para a condenação, segundo declarações de Celso Pacheco, advogado de uma das queixosas, à Antena 1 Açores.

Em declarações à Antena 1 Açores, este advogado defendeu, em sede de julgamento, que André Enes teve uma conduta ilícita, uma prática de factos reiterada e de forma premeditada e, por isso, assume, a sentença só pode ser a condenação.

O arguido, defendido por um advogado oficioso, não compareceu em Tribunal. Celso Pacheco diz que isto deverá pesar na sentença.

Também para a sentença, segundo avança a notícia da Rádio Pública, deverá pesar o testemunho do proprietário do ginásio, que terá deixado claro que André Enes tinha livre acesso às instalações, mas não aos balneários, fruto da sua atividade de fiscalização ao serviço do Governo.

O crime de devassa da vida privada tem uma moldura penal de 240 dias de multa. A sentença é conhecida esta quinta-feira, pelas 10 horas, no Tribunal de Velas de São Jorge.”

 

 

 

 

RDP Açores/RL Açores

Fotografia: ©Mark Marques|Info-Fajãs

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