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Deslizamento de Terras na Fajã da Ribeira da Areia avaliado ao pormenor esta segunda-feira

Deslizamento de Terras na Fajã da Ribeira da Areia avaliado ao pormenor esta segunda-feira

O caminho de acesso à Fajã da Ribeira da Areia encontra-se interdito devido a um deslizamento de terras naquela zona que ocorreu na madrugada de quarta para quinta-feira da passada semana.

De acordo com um comunicado do município velense, estão neste momento a ser realizados esforços no sentido de desobstruir a via com a maior celeridade possível, de maneira a retomar a normal circulação de pessoas e viaturas.

Em declarações à RL Açores, Luís Silveira, presidente da autarquia, referiu que esta segunda-feira será feita uma avaliação ao pormenor.

O presidente da Câmara Municipal explicou que foi informado do sucedido pelo Presidente da Junta de Freguesia do Norte Grande e que “numa primeira fase deslocou-se ao local o vereador da câmara” de maneira a inteirar-se da situação, tendo constatado “a grande dimensão da derrocada e que o município não tinha condições com os seus meios próprios para fazer a desobstrução da estrada”.

“De imediato foi pedida a colaboração dos Serviços de Ambiente da Ilha de São Jorge bem como da Secretaria das Obras Públicas, de forma a nos deslocarmos ao local e vermos em conjunto como é que se iria proceder à remoção daqueles inertes”, explicou Luís Silveira.

Luís Silveira referiu que, de facto, “a quantidade é muito grande, prevê-se que tenha sido proveniente de uma fonte existente na rocha que foi criando peso com a água que estava a ser retida”, acabando por provocar aquele deslizamento.

Na Fajã encontravam-se cerca de sete pessoas, sendo que foram contactadas para o caso de quererem sair da fajã, tendo sido criado um trilho alternativo pela Junta de Freguesia do Norte Grande.

O autarca velense acrescentou ainda que prevêem que esta segunda feira se avalie de novo a situação para que se tome uma decisão “de como e de que forma e com que meios irão remover aquela quantidade de inertes que é de grande dimensão”, sendo que é necessário perceber “se conseguimos, efectivamente, deixar parte desses inertes na própria fajã ou se eles têm que ser todos tirados de lá”, o que constitui “uma grande dificuldade”, uma vez que a via é muito estreita, dificultando os trabalhos da maquinaria pesada.

Liliana Andrade/RL Açores

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