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Emigrante jorgense faz doação monetária e de equipamentos à Casa de Repouso João Inácio de Sousa (c/áudio)

Emigrante jorgense faz doação monetária e de equipamentos à Casa de Repouso João Inácio de Sousa (c/áudio)

A Casa de Repouso João Inácio de Sousa recebeu uma grande doação tanto a nível monetário como de equipamentos. A doação foi feita por Batista Sequeira Vieira, um emigrante jorgense, que desde o dia 5 de julho passa a ser sócio honorário da Instituição como forma de agradecimento por parte da atual direção.

Batista Vieira, conhecido emigrante jorgense nos Estados Unidos, soube da necessidade da Casa de Repouso João Inácio de Sousa em adquirir 20 cadeiras de rodas, mais três reforçadas. Sabendo desta necessidade pela também conhecida Irmã Fernanda, o emigrante resolveu ajudar, tendo organizado na rádio da qual é proprietário, nos Estados Unidos da América, um peditório no qual se conseguiu angariar 785 Euros e 5660 Dólares. Ficavam a faltar mil euros, valor que Batista Vieira doou à Casa de Repouso.

Para além da iniciativa para a angariação de fundos para a compra destas Cadeiras e da doação do montante em falta, a generosidade do emigrante não ficou por aqui.

Uma máquina de secar roupa, um frigorífico, um descascador de batata, um ferro elétrico com caldeira, um destorcedor, um medidor de parâmetros, duas frigideiras, uma Televisão e uma máquina de lavar roupa de 17kg foram os equipamentos doados à Casa de Repouso João Inácio de Sousa.

Feitas as contas, Batista Vieira doou 32 mil dólares, o equivalente a 27.269,55€, para esta instituição.

Face a tudo isto, a direção da Casa de Repouso João Inácio de Sousa decidiu homenagear o seu benfeitor, no dia 5 de julho, com a oferta de uma salva de prata, com a passagem a Sócio Honorário e ainda com um beberete com os funcionários e os utentes da instituição.

No final, Paulo Silveira, o presidente da Direção da Casa de Repouso João Inácio de Sousa, mostrou-se muito agradecido em nome da instituição com as doações feitas pelo emigrante. Doações que vêm facilitar em muitos aspetos quem trabalha no Lar, mas também quem lá vive.

Já Batista Vieira disse, em declarações à RL Açores, que o que faz não faz para que daí advenha qualquer tipo de reconhecimento, garantindo que enquanto puder irá continuar a ajudar.

Na cerimónia realizada nas instalações da Casa de repouso foi ainda lido o Auto de passagem do emigrante a Sócio Honorário da Instituição, fruto da gratidão da atual direção.

 

 

Liliana Andrade/RL Açores

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