Empresas dos Açores apoiaram o enquadramento das candidaturas aos apoios no novo quadro comunitário

O Vice-Presidente do Governo dos Açores disse hoje que o Executivo regista “com muita satisfação” a adesão das empresas açorianas às candidaturas no âmbito do novo Quadro Comunitário de Apoio.

Sérgio Ávila revelou que, “neste momento, mais de 92 por cento das candidaturas no âmbito do sistema de incentivos SIDER e do Empreende Jovem realizadas em 2014 já foram introduzidas no novo Quadro Comunitário de Apoio”.

“Isto permitirá que até ao final desta semana fiquem integralmente introduzidas e registadas as 540 candidaturas formuladas em 2014”, frisou Sérgio Ávila, acrescentando que o Governo assegura “não só a aprovação célere de todas as candidaturas que estejam em condições de serem aprovadas”, mas também garante “um benefício adicional” aos empresários.

O Vice-Presidente explicou que, “ao serem enquadradas no novo Quadro Comunitário de Apoio”, as candidaturas deixam de estar “limitadas à obrigatoriedade de os projetos serem concluídos até ao final deste ano”.

“Com esta decisão o Governo dos Açores permite prorrogar por mais um ano a execução destes 540 projetos, que terão um efeito muito positivo na atividade económica da região”, afirmou.

Sérgio Ávila salientou “a adesão e o apoio” manifestado pela “generalidade dos empresários” a esta decisão do Governo Regional, afirmando registar, com muito agrado, o facto de os Açores serem “a primeira e, até ao momento, a única região do país onde as empresas e os empresários podem beneficiar já dos recursos do novo Quadro Comunitário de Apoio e, assim, dar execução prática aos seus projetos, o que não ocorre no resto do país”.

O Vice-Presidente do Governo frisou, por isso, que “não tem qualquer fundamento alguma dúvida levantada por alguma Câmara de Comércio”, acrescentando que foram contactadas individualmente todas as 540 empresas e “a generalidade delas não só aderiu imediatamente como apoiou esta decisão”.

Uma decisão que, reiterou, “assegura maior celeridade na aprovação, maior rapidez na disponibilização dos fundos e, essencialmente, mais tempo e mais estabilidade para a execução dos projetos”.

“Não compreendemos, pois, alguma dúvida que possa ser levantada por alguma entidade, no âmbito das Câmaras de Comércio”, afirmou Sérgio Ávila, frisando que se trata de uma situação que “não reflete a opinião da generalidade das empresas contatadas”.

GaCS/RL Açores

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