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Energias renováveis deverão ser a melhor solução para a Eletrificação da Fajã de Santo Cristo (c/áudio)

Energias renováveis deverão ser a melhor solução para a Eletrificação da Fajã de Santo Cristo (c/áudio)

A Eletrificação da Caldeira de Santo Cristo pode mesmo vir a ser uma realidade. A Comissão de Economia da Assembleia Legislativa Regional ouviu esta quinta-feira, em São Jorge, o Presidente do Município da Calheta e um representante da Associação Amigos da Caldeira.

Em causa uma proposta do CDS-PP que recomenda com alguma urgência a eletrificação daquela fajã que é considerada o ex-libris de São Jorge.

O Presidente da Câmara da Calheta quer que a eletrificação da Fajã de Santo Cristo seja feita com recurso a energias renováveis, nomeadamente através de energia hídrica.

Apesar de depois da comissão o autarca não ter prestado declarações, já tinha tornado pública esta ideia em entrevista recente à RL Açores.

Também o representante da Associação Amigos da Caldeira não prestou declarações, mas defendeu na audição que se deve ter sempre em conta a sustentabilidade daquele espaço, uma posição apoiada também por Décio Pereira.

O autarca calhetense fez ainda saber que não está preocupado com a forma como será feito o investimento, afirmando que tanto pode o Governo concorrer a fundos comunitários como também o Município está disponível para a celebração de contatos ARAL, tal como foi feito recentemente também para obras a realizar naquela fajã, cujo concurso publico será lançado muito em breve.

Ora, a deputada do CDS-PP, Catarina Cabeceiras, e proponente do projeto, considerou que as energias renováveis podem ser uma boa solução, mas é preciso ficar a par dos estudos já realizados no que respeita à eletrificação da fajã.

André Rodrigues que substituiu nesta audição Miguel Costa na presidência da Comissão de Economia destacou a posição já assumida pela Direção regional da Energia.

Questionado sobre a possibilidade de recorrer à energia hídrica, André Rodrigues diz que é fundamental que se proceda a uma atualização dos estudos, considerando que esta se trata de uma obra que não pode ser feita à pressa.

O presidente da Comissão fez ainda saber que os deputados vão também ouvir a Secretária regional da Energia.

Liliana Andrade/RL Açores

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