Escola Básica e Integrada da Vila do Topo, com 150 alunos, preparada para o início do novo ano letivo (c/áudio)

O ano letivo escolar 2015/2016 tem início na próxima segunda-feira, dia 14 de setembro. Com cerca de 150 alunos, a Escola Básica e Integrada da Vila do Topo está pronta para mais um início de ano letivo.

Graça Tavares adianta que faltam preencher apenas alguns horários de professores, mas que de resto está tudo a postos.

A presidente do Conselho Executivo salientou as atividades que a escola oferece ao longo ano para além das ditas atividades normais decorrentes das aulas.

“Nós oferecemos atividades de enriquecimento e complemento curricular, uma vez que nesta zona não há mais nenhuma instituição a poder oferecer isto aos alunos, que são os ditos clubes”, podendo ser os mesmos “clubes de karaté, de desporto, de eco-escola, de música”, explicou a professora.

De acordo com Graça Tavares, o que fazem “é pegar nos recursos disponíveis, que são os professores que têm formação para isso e à quarta-feira ao fim do dia os alunos têm essas atividades mais lúdicas, digamos assim”.

A Escola Básica e Integrada da Vila do Topo como o próprio nome indica não integra na sua oferta formativa o ensino secundário, sendo que os alunos após concluírem o nono ano de escolaridade têm de ir para outra escola.

Graça Tavares acredita que os alunos do Topo saem bem preparados desta escola.

“Os conselhos pedagógicos é que definem os critérios do domínio das competências e das atitudes e valores, as cargas para cada um e eu acho que somos rigorosos da pré até ao nono ano” de escolaridade, sendo que “quando eles saem é porque cumprem os requisitos para continuar”.

Um dos anseios desta escola era um dia poder incluir na sua oferta formativa o ensino secundário. No entanto, a presidente do Conselho Executivo compreende que tal não seja tarefa fácil.

“Era ótimo”, diz mesmo Graça tavares quando questionada sobre o anseio de ter um dia nesta escola o ensino secundário, afirmando ser “mais complicado é quanto aos recursos tanto de alunos como de pessoal docente”. Como “aqui não há tanta população”, adianta a professora, teria que ser feita “uma oferta formativa distinta” no que respeita ao ensino Secundário, o que “implicaria mais professores”, algo que Graça Tavares não sabe se lhes dariam “recursos para isso”.

No que respeita a instalações, a Escola oferece boas condições. Graça Tavares lamenta apenas que ainda esteja à espera que a Direção Regional da Educação resolva a situação da queda de um muro que ocorreu em maio deste ano na zona do jardim-de-infância.

“O problema ainda não está resolvido, porque ainda não se iniciou a obra propriamente dita”, frisou a presidente do Conselho Executivo.

Liliana Andrade/RL Açores

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