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Escola Profissional de São Jorge atravessa período conturbado (c/audio)

Escola Profissional de São Jorge atravessa período conturbado (c/audio)

O presidente da Câmara Municipal das Velas, Luís Silveira, afirmou que a escola profissional é neste momento “uma das maiores preocupações” do município.

O autarca referiu que a Câmara Municipal é um dos sócios da Escola Profissional e que apesar de não ser o “dono”, é o sócio com a maior cota.

Segundo Luís Silveira, “os ordenados estão em atraso desde o mês de Novembro”, o quede acordo com o presidente do município, não constitui uma situação nova, “mas que é complexa”.

“A escola Profissional tem dinheiro para receber do Fundo Social Europeu em análise que dá para regularizar os ordenados até ao fim do ano”, afirmou o autarca, acrescentando ainda que “com essa regularização consegue, efetivamente, fazer novas candidaturas que permite ter os ordenados regularizados.”

No que diz respeito ao processo que decorre em tribunal que envolve a obra da escola profissional e o empreiteiro responsável, Luís Silveira adiantou que “ainda não está comprovado o valor que o empreiteiro reivindica”.

Conforme diz Luís Silveira, “empreiteiro reivindica sensivelmente 2,5 milhões de euros”, valor que a Escola Profissional, o Município e os restantes sócios consideram não estar correto, pois “entendem que o valor da divida é muito inferior a este”.

O autarca salientou ainda a auditoria que a ADIS mandou fazer à construção da escola que, segundo Luís Silveira, dá a entender que “há uma sobrefaturação por parte do empreiteiro em sensivelmente 800 mil euros”. Isto quer dizer que, de acordo com o presidente do município, “a faturação do empreiteiro anda na ordem de um milhão e meio de euros e um milhão de juros”.

No entanto, “aquilo que diz a auditoria de construção à escola é bastante menor”.

O presidente do município acrescentou ainda que neste momento “a Escola Profissional não corre o risco de fechar”.

Contudo, Luís Silveira assegurou que “se a escola não sofrer uma reestruturação é impossível mantê-la no formato em que está”, dizendo mesmo que “a escola não pode continuar a ter uma despesa superior à receita”.

Liliana Andrade/RL Açores

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