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Estruturas portuárias em Santa Maria, Terceira, Pico e São Miguel com danos provocados pelo mau tempo, revela Vítor Fraga

Estruturas portuárias em Santa Maria, Terceira, Pico e São Miguel com danos provocados pelo mau tempo, revela Vítor Fraga

O Secretário Regional do Turismo e Transportes fez hoje, em Ponta Delgada, um ponto de situação sobre os estragos causados pelo mau tempo nas várias infraestruturas portuárias dos Açores.

Vítor Fraga, que falava no final de uma reunião com um representante do Conselho de Administração da Portos dos Açores, salientou que, além do Porto de Ponta Delgada, também foram registados danos nas estruturas portuárias em Santa Maria, Terceira e Pico.

O Secretário Regional frisou que o Porto de Ponta Delgada é o que “desperta um maior cuidado”, indicando que já havia zonas neste porto identificadas para intervenção, acrescentando que os danos provocados recentemente ocorreram noutra zona, na qual não estavam registadas fragilidades.

O Porto de Ponta Delgada requer agora, segundo Vítor Fraga, “outro tipo de avaliação”, mas frisou que, “de acordo com informações do capitão do Porto, está em perfeitas condições de segurança para poder funcionar”.

O Secretário Regional salientou a necessidade de avaliar rigorosamente os danos provocados e proceder à sua recuperação para que o porto “possa desenvolver a sua atividade com normalidade”, prevendo-se que as primeiras inspeções detalhadas tenham lugar na próxima semana, logo que as condições climatéricas o permitam.

Vítor Fraga criticou afirmações veiculadas esta semana sobre o Porto de Ponta Delgada, considerando que se tentou aproveitar um fenómeno da natureza, causador de danos a pessoas e bens, para sustentar opiniões pessoais sobre as capacidades desta infraestrutura.

Nesse sentido, classificou como “lamentável a postura de alguns protagonistas da nossa praça, que, baseados nas opiniões que têm sobre aquilo que deve ser ou tem que deixar de ser o Porto de Ponta Delgada, aproveitam-se de uma situação, de uma intempérie natural, para tentar angariar mais razões para aquilo que são suas opiniões”.

O Secretário Regional ressalvou que, “cada um pode ter a opinião que quiser”, mas lembrou que “há que ter consciência” e não “utilizar, de forma alguma, situações que são provocadas pela natureza, para por em causa a segurança de pessoas e bens, e utilizar isso como argumento para dar mais força ou menos força àquilo que são as nossas opiniões sobre o que deve ser o Porto de Ponta Delgada”.

O Governo Regional, frisou Vítor Fraga, tem “claramente definida” a sua posição sobre o que deve ser o Porto de Ponta Delgada.

O Secretário Regional enumerou alguns dados estatísticos sobre o atual movimento desta estrutura portuária, lembrando, a título de exemplo, que “o Porto de Ponta Delgada, atualmente, movimenta menos 550 mil toneladas do que movimentava no ano em que teve o seu maior período de funcionamento, em 2007, quando ainda nem existiam as Portas do Mar”.

GaCS/RL Açores

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