“Fomos até ao limite das nossas competências e recursos para ajudar as famílias e as empresas Açorianas”, destacou Vasco Cordeiro

O Presidente do PS/Açores sublinhou esta quinta-feira que esta legislatura tem tido desafios particularmente exigentes para as famílias e para as empresas Açorianas e que o executivo regional tem procurado ajudar os cidadãos e as empresas regionais a poderem ultrapassar uma fase de maior turbulência.

Vasco Cordeiro falava numa sessão pública de esclarecimento sobre o Plano e Orçamento para 2016, na Ribeira Grande, promovida pelo PS/S. Miguel.

O Presidente do PS/Açores fez um balanço da atuação do Governo dos Açores nos últimos três anos, realçando as “condicionantes económicas externas que afetaram, sobremaneira, a economia e a sociedade Açoriana desde 2012 até hoje”, identificando uma “crise particularmente severa no nosso principal mercado emissor de turistas, o mercado nacional, uma retração de crédito às empresas e às famílias, as opções políticas seguidas na República de cortes nas prestações sociais, de penalização de rendimentos, dos funcionários públicos, dos pensionistas e dos reformados”.

Vasco Cordeiro destacou que a “taxa de desemprego nos Açores é hoje mais baixa do que aquela que existia quando este Governo assumiu funções; em 2012 o desemprego situava-se nos 16%, chegou aos 18% e hoje é de cerca de 12%”, frisando que este resultado não se deveu “apenas à intervenção das entidades públicas”, mas “sobretudo através da forma como as empresas e os trabalhadores Açorianos agiram”. O líder dos socialistas Açorianos realçou que o PS/Açores tem a “ambição de criar mecanismos que possam levar a uma redução ainda maior dessa taxa de desemprego” e que o “Plano e Orçamento para 2016 é uma peça fundamental para atingir esse objetivo”.

O Presidente do PS/Açores destacou que “os Açores têm hoje as mais elevadas taxas de crescimento do turismo a nível nacional, em termos de dormidas e proveitos”, em contraposição com “uma situação em que o turismo dos Açores tinha as maiores quebras a nível nacional”, tendo isso sido atingido através de “opções políticas claras e concretas na melhoria das acessibilidades aéreas à nossa Região”.

Vasco Cordeiro enalteceu o papel que a Carta Regional de Obras Públicas desempenhou no relançamento do setor da construção civil e destacou a atenção que este Governo dos Açores tem dado às questões sociais, através de um “conjunto de grandes medidas que existem nos Açores e em mais parte nenhuma do nosso país”.

O Presidente do PS/Açores sublinhou os aumentos do Complemento Regional de Pensão em todos os anos desta legislatura e o aumento de cerca de 10% do Complemento Regional do Abono de Família para Crianças e Jovens, nesta legislatura, realçando ainda a redução de impostos, nomeadamente no IRS e no IRC.

O líder dos socialistas Açorianos criticou o PSD/A por “não ter apoiado o Governo dos Açores num único ano desta legislatura, nas votações do Plano e Orçamento”, lamentando que este partido “muito diga e muito queira branquear em relação ao seu comportamento político do passado”.

Vasco Cordeiro apelou aos socialistas e simpatizantes para “se concentrarem em encontrar as melhores respostas para os Açores, não obstante daquilo que os outros partidos pensam ou fazem” e para “nunca terem receio de falar a verdade aos Açorianos”.

“O PS tem consciência daquilo que fez e daquilo que queria fazer, mas que não foi possível. Cá estamos; para corrigir o que tiver de ser corrigido, para melhorar o que tiver de ser melhorado, para manter o que está a ser bem feito, porque é essa a forma e a fórmula como podemos construir cada vez mais essa relação de confiança e de transparência com a sociedade Açoriana”, frisou o Presidente do PS/Açores, Vasco Cordeiro.

GI PS Açores/RL Açores

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