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Governo dos Açores desencadeou processo de revisão do Estatuto da Polícia Florestal, anuncia Neto Viveiros

Governo dos Açores desencadeou processo de revisão do Estatuto da Polícia Florestal, anuncia Neto Viveiros

O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente anunciou hoje, no Pico, que o Governo dos Açores desencadeou um processo de revisão do Estatuto do Corpo de Polícia Florestal, tendo em vista “dignificar, cada vez mais, uma carreira que honra o serviço público”.

Luís Neto Viveiros, que falava nas comemorações do 20.º Dia Regional do Guarda Florestal, que hoje se assinala, destacou também na sua intervenção “a integração de 12 novos elementos, cujo processo já se iniciou”.

“É um reforço importante do Corpo de Polícia Florestal Regional e uma oportunidade para, aproveitando a formação obrigatória do primeiro ano dos Guardas Florestais, se fazer a reciclagem em algumas áreas para aqueles que já exercem funções há mais anos”, frisou o Secretário Regional.

O titular da pasta da Agricultura sublinhou também a importância da floresta “como elemento marcante e estruturante da paisagem açoriana”, salientando que ocupa cerca de 71 mil hectares, o que representa “um terço do território terrestre da Região”.

Na sua componente de produção, Neto Viveiros frisou que “a floresta suporta, nos Açores, um setor económico que é responsável por cerca de 1.600 postos de trabalho”, acrescentando que todo o setor agroflorestal, com 247 empresas, “gera um volume de negócios anual superior a 10 milhões de euros”.

“É, por isso, vital estabelecer compromissos duradouros entre a exploração e a preservação dos recursos, determinantes para a sua sustentabilidade e para o ordenamento do território”, conforme o Governo Regional inscreveu na Estratégia Florestal dos Açores 2020, acrescentou.

Nesse sentido, o Secretário Regional afirmou contar com o “imprescindível desempenho” dos Guardas Florestais dos Açores “em todas as áreas que envolvem, não só a guarda deste valioso património, mas também a sua gestão”.

Os Guardas Florestais vieram para a Região na década de 50 do século passado, quando os baldios foram submetidos ao regime florestal parcial, criando os Perímetros Florestais em cada ilha, e se iniciou a execução dos planos de arborização.

Foram tempos duros, recordou Neto Viveiros, “em que se plantaram hectares e hectares de matas, se abriram quilómetros de caminhos, se instalaram reservas florestais de recreio, viveiros florestais e pastagens”.

O Secretário Regional prestou, por isso, o reconhecimento público do Governo dos Açores “a todos os colaboradores do Serviços Florestais, com particular enfase para os Guardas Florestais”, devido ao seu papel na “salvaguarda” dos recursos naturais.

GaCS/RL Açores

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