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Governo dos Açores empenhado na promoção da igualdade de género em todos os quadrantes da sociedade 

Governo dos Açores empenhado na promoção da igualdade de género em todos os quadrantes da sociedade 

A Secretária Regional da Solidariedade Social afirmou hoje, em Ponta Delgada, que a igualdade de género na economia social e solidária “tem merecido especial atenção” do Governo dos Açores, “consubstanciada em várias medidas tomadas ao longo dos últimos anos”.

Andreia Cardoso, que falava na abertura da ‘Jornada Final de Trabalho Igualdade de Género na Economia Social e Solidária’, destacou a criação, em 2011, da Comissão Regional para a Igualdade do Trabalho e no Emprego dos Açores, com “competências para a igualdade de oportunidades e não discriminação por questões de género, a proteção e promoção dos valores da maternidade e paternidade e a conciliação da vida profissional, pessoal e familiar de homens e mulheres”.

Na sua intervenção, salientou também o projeto Equo – Igualdade de Género na Economia Social e Solidária, criado em 2014, que foi apoiado desde a primeira hora pelo Executivo açoriano.

Um apoio que, em parceria com a Aceesa – Associação Centro de Estudos de Economia Solidária do Atlântico, permitiu a promoção e divulgação de vários projetos, tendo sempre como objetivo primeiro o desenvolvimento de boas práticas para a igualdade de género pelas escolas, empresas e comunidade em geral.

A Secretária Regional da Solidariedade Social abordou ainda o papel da mulher na sociedade, sublinhando que “as mulheres têm de abrir a porta da cozinha, de facto”.

“Enquanto as mulheres entenderem que são elas as responsáveis por todo um conjunto de questões, como a responsabilidade dos filhos e da casa, e não permitirem ou possibilitarem aos homens que participem nessas tarefas, são elas as primeiras responsáveis pela manutenção do estado das coisas”, frisou Andreia Cardoso.

Nesse sentido, considerou “que são as próprias mulheres castradoras do papel das outras quando elas assumem papéis de direção, papéis na política, papéis mais ativos na comunidade, que se censuram e são autopromotoras desta desigualdade, que ainda subsiste”.

Andreia Cardoso defendeu, por isso, que ainda há um longo caminho a percorrer, “tendo as mulheres um papel determinante a desempenhar” para alterar o estado das coisas e as próprias mentalidades em todos os quadrantes da sociedade, desde o público ao privado.

Esta é uma matéria, segundo a governante, em que se pretende “realizar um percurso e não fazer uma corrida”, sendo fundamental a articulação entre todos os agentes sociais, para que a igualdade de género seja cada vez mais uma realidade na sociedade atual.

GaCS/RL Açores

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