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Governo dos Açores prorroga programa Recuperar por mais um ano

Governo dos Açores prorroga programa Recuperar por mais um ano

O Governo dos Açores decidiu ampliar por mais um ano o programa Recuperar para todos os beneficiários que iniciaram esse programa no princípio do corrente ano de 2014.

Segundo o Vice-Presidente do Governo, Sérgio Ávila, o objetivo é o de “reforçar as condições de empregabilidade destes açorianos que, estando desempregados, já não beneficiavam do subsídio de desemprego e, assim, contribuir de forma mais ativa para que possam ter uma integração mais facilitada no mercado de trabalho.”

Sérgio Ávila fez notar que “o programa Recuperar tem tido um enorme sucesso, com a participação de um conjunto de parceiros e entidades sem fins lucrativos, o que tem permitido assegurar a empregabilidade de muitas centenas de açorianos.”

“Esta prorrogação representa um investimento da região superior a 8,5 milhões de euros e constitui mais uma medida ativa que permite consolidar a trajetória que temos vindo a verificar, nos últimos tempos, de redução significativa dos inscritos nos centros de emprego”, afirmou o Vice-Presidente do Governo.

Sérgio Ávila lembrou, a propósito, que “no último mês de novembro houve um decréscimo de 12,2 por cento nos inscritos nos centros de emprego, ou seja, menos mil açorianos desempregado inscritos do que no mesmo mês do ano anterior, o que é uma redução extremamente significativa face à evolução nos anos anteriores.”

Recorde-se que o apoio a atribuir aos destinatários do programa Recuperar é igual ao salário mínimo regional, que será majorado em função da qualificação apresentada pelos desempregados.

Assim, os trabalhadores com habilitação inferior ao 9.º ano de escolaridade terão direito a um apoio equivalente ao salário mínimo regional, enquanto os de nível de qualificação até ao 12.º ano terão direito a uma majoração equivalente a 1,25 do salário mínimo regional e os desempregados licenciados serão apoiados mensalmente com uma majoração equivalente a 1,5 do salário mínimo regional.

Os promotores dos projetos candidatáveis ao programa continuarão a comparticipar com um montante mensal de 100 euros por cada trabalhador, sendo essa uma forma de também responsabilizar as entidades no objetivo da inserção do trabalhador.

RL/Gacs

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