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Governo garante duas consultas por ano a todos os açorianos sem médico de família, anuncia Luís Cabral 

Governo garante duas consultas por ano a todos os açorianos sem médico de família, anuncia Luís Cabral 

O Secretário Regional da Saúde anunciou hoje, na Horta, que o Governo dos Açores vai “garantir duas consultas por ano, de medicina geral e familiar, no sistema convencionado, a todos os utentes que ainda não tenham médico de família”.

Luís Cabral, numa intervenção na Assembleia Legislativa, salientou que se trata de uma resposta que é possível concretizar face aos resultados alcançados com as medidas que têm sido introduzidas no Serviço Regional de Saúde e que permitem “dedicar novas respostas aos utentes em diversas áreas”.

O Secretário Regional referiu também um conjunto de medidas que visam combater as listas de espera cirúrgicas, entre as quais a entrada em funcionamento da sala de pequenas cirurgias do Hospital de Ponta Delgada e a construção, no primeiro semestre de 2015, de uma nova sala de recobro no mesmo hospital, “o que permitirá disponibilizar mais duas salas de cirurgia, passando a existir três salas cirúrgicas”, representando o triplo da capacidade de resposta nesta área.

Luís Cabral, na sua intervenção, anunciou ainda a aquisição de dois aparelhos para o tratamento endovascular de varizes, um para ao Hospital de Ponta Delgada outro para o Hospital da Terceira, de forma a “dar resposta a cerca de 1.000 cirurgias venosas em lista de espera”.

Também com o objetivo de se conseguir uma melhor resposta na redução da lista de espera, já foi implementado o Sistema de Gestão de Inscritos para Cirurgia dos Açores (SIGLICA), um programa que permite acompanhar, em tempo real, os utentes inscritos em cirurgia e servirá para publicar mensalmente, a partir de janeiro, a lista completa e atualizada de todos os inscritos nos três hospitais, para que não restem quaisquer dúvidas sobre o número de doente à espera.

“O sistema está desenhado de forma a alertar os hospitais e a Saudaçor das situações que estão perto de ultrapassar o tempo de resposta máximo garantido para que os utentes sejam encaminhados, quer para um dos outros hospitais da Região, quer para um convencionado, através do vale-saúde, que passará a ser financiado pelo hospital que não realizou atempadamente a cirurgia”, afirmou o Secretário Regional.

GaCS

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