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Marta Guerreiro defende importância da concertação para o desenvolvimento das políticas na área do ambiente

Marta Guerreiro defende importância da concertação para o desenvolvimento das políticas na área do ambiente

A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o Governo dos Açores procura sempre ouvir os principais interlocutores sobre as matérias que dizem respeito ao ambiente, para conciliar da melhor forma as políticas que são desenvolvidas.

Marta Guerreiro, que falava à margem da reunião do Conselho Regional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, um órgão constituído por cerca de três dezenas de entidades que visa “dar resposta aos pedidos de acompanhamento que vão sendo recebidos, dando nota daquilo que é feito, das políticas que são implementadas e dos resultados conseguidos”.

A Secretária Regional frisou que “os Açores têm um turismo de natureza”, defendendo a necessidade de o arquipélago “ter boas condições para oferecer aos turistas, para que levem daqui nota de que estão a visitar um sítio com preocupações ambientais”.

Relativamente às taxas a aplicar em espaços públicos, Marta Guerreiro adiantou que este é um dos pontos a ser discutido, salientando que “isso não se pode fazer dentro de uma Secretaria isoladamente” e que é necessário “ouvir os intervenientes para conseguirmos ter as melhores soluções possíveis”.

“Isto é algo bastante delicado e que tem de ser visto, porque só podemos cobrar quando quem nos visita tenha uma perceção de valor daquilo que está a ser utilizado”, acrescentou.

Marta Guerreiro admitiu que “há outros espaços onde isso não acontece e em que tal é possível”, mas considerou “prematuro estar nesta fase” a avançar quais são os lugares que vão ser e quais não vão ser.

“Isso tem que ser feito com muita ponderação, ouvindo as pessoas, garantindo a qualidade oferecida, para depois se poder cobrar nesses locais, com receitas que depois revertem a favor da valorização e da manutenção desses espaços”, afirmou.

Marta Guerreiro garantiu que “esta não é uma questão massificada”, frisando que “o turista não vai sair dos Açores com nota de que o destino é caro por essa razão”.

“Estamos a falar do usufruto de parques, de zonas de lazer com condições”, assegurou.

Nesta reunião do Conselho Regional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável estão também em agenda as cargas e a análise relativamente a alguns espaços que estão a ser muito utilizados pelos turistas, o tratamento dos resíduos, bem como as espécies invasoras.

GaCS/RL Açores

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