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Municípios de São Jorge avançam com Recolha Seletiva de Resíduos este ano – investimentos já estão em curso (c/áudio)

Municípios de São Jorge avançam com Recolha Seletiva de Resíduos este ano – investimentos já estão em curso (c/áudio)

Em São Jorge ainda não há recolha seletiva de resíduos mesmo com o Centro de Processamento a funcionar.

Uma situação que se prevê que fique resolvida este ano, tendo em conta que as duas autarquias da ilha vão realizar investimentos superiores a meio milhão de euros cada nesse sentido.

Na Calheta o processo está já em andamento, adianta o autarca Décio Pereira.

Nas Velas, e também com recurso a uma candidatura ao programa operacional 2020, Luís Silveira confirma que o processo está também num bom caminho.

O valor do investimento em cada uma das autarquias é superior a 600 mil euros.

Ambas as autarquias têm também uma verba considerável para a sensibilização da população que em ambos os concelhos passará muito pelas escolas.

No caso da Calheta estão previstos 40 mil euros apenas para a sensibilização, sendo que Décio Pereira considera fundamental o envolvimento da população.

Na Vila das Velas e nas freguesias do concelho já se realizaram estudos para decidir onde ficarão localizados os ecopontos.

De acordo com Luís Silveira, estão também já definidas as rotas e os dias da recolha para cada tipo de resíduo.

As duas Câmaras estão também em sintonia quanto à data para o início da recolha seletiva, esperando ambos os autarcas que sensivelmente a meio do ano o processo esteja concluído.

Selagem dos Aterros Sanitários – Luís Silveira preocupado com o facto de animais mortos não serem aceites no Centro de Processamento

Está previsto este ano a selagem dos dois aterros sanitários de São Jorge.

Ora, o Presidente da Câmara Municipal das Velas teme que com esta medida haja um retrocesso na ilha a nível dos locais de depósitos de resíduos.

A preocupação maior de Luís Silveira prende-se com os animais mortos, uma vez que o Centro de Processamento não os aceita e até agora esses animais mortos eram depositados nos aterros.

Liliana Andrade/RL Açores

Imagem: ©Direitos Reservados

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