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“Passos Coelho nunca foi solidário com os Açores, com a cumplicidade de Berta Cabral”, defende Berto Messias

“Passos Coelho nunca foi solidário com os Açores, com a cumplicidade de Berta Cabral”, defende Berto Messias

“Pedro Passos Coelho nunca foi solidário com a nossa Região, nem nos momentos mais difíceis, como as intempéries de Março de 2013, que tiveram maiores impactos aqui no Porto Judeu e na Povoação na Ilha de São Miguel”, defendeu Berto Messias numa visita às obras de recuperação das zonas atingidas na freguesia do Porto Judeu na Ilha Terceira, onde os deputados socialistas foram acompanhados por Lara Martinho, candidata à Assembleia da República.

Segundo o deputado socialista “aquando das intempéries e depois de calculados os prejuízos o Governo dos Açores solicitou apoio ao Governo da República tendo em conta os impactos de uma situação meteorológica excepcional, à semelhança do que já tinha ocorrido na Madeira aquando das enxurradas e dos incêndios e a resposta foi sempre negativa e envolta em tácticas partidárias e numa má vontade lamentável”.

O Presidente do Grupo Parlamentar do PS Açores referiu que “esta visita em que nos viemos inteirar do ponto de situação das obras de recuperação tem um especial simbolismo porque ocorre no mesmo dia em que o Primeiro-Ministro e líder do PSD está nos Açores. Agora vem tentar reescrever a história, com motivações eleitorais, mas é inquestionável que Pedro Passos Coelho não foi solidário com os Açores, com a cumplicidade do PSD Açores e da actual cabeça de lista deste partido, Berta Cabral, que nada disse e nada fez para inverter esta incompreensível falta de solidariedade do Governo da República”.

“Era importante que aproveitasse esta visita para explicar porque tomou esta lamentável opção. Ou porque reduziu as transferências para os Açores. Ou porque aceitou reduzir as verbas para a Universidade dos Açores. Ou porque insiste em manter os serviços do Estado na Região em situações de falta de meios gritantes. Ou porque demorou tanto tempo a responder às nossas exigências de alteração do diferencial fiscal para que pudéssemos reduzir os impostos aos açorianos, ou porque não assume a necessidade extrema de criar mecanismos nacionais de ajuda aos produtores de leite açorianos tendo em conta o fim das quotas leiteiras”, questionou Berto Messias.

Messias disse ainda que “Passos Coelho pode vir agora com falinhas mansas em período de campanha eleitoral tentar fazer esquecer o passado, mas os açorianos têm muitos motivos para não acreditar no seu discurso e para duvidar das suas promessas”.

Os deputados socialistas visitaram as várias zonas do Porto Judeu intervencionadas e reuniram com os técnicos responsáveis pelas obras que fizeram uma explicação exaustiva do ponto de situação.

Segundo Berto Messias “apesar da má vontade e da recusa do Governo da República em apoiar no pagamento dos prejuízos e das obras necessárias, o Governo dos Açores assumiu os investimentos e hoje constatamos que a população do Porto Judeu pode estar mais tranquila e mais segura. É certo que nestas questões metereológicas a imprevisibilidade e o risco estão sempre presentes, mas a intervenção que vemos aqui garante mais segurança e melhor capacidade de responder a um fenómeno excepcional como o de Março de 2013”.

GI PS Açores/RL Açores

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