Saude

Plano de 2015 com 2,4 milhões de euros para Cuidados Continuados e Paliativos

O Secretário Regional da Saúde afirmou esta quinta-feira que a anteproposta do Plano para 2015 prevê uma verba de 2,4 milhões de euros para aplicar nos Cuidados Continuados Integrados, reafirmando “a prioridade do Governo em promover o alargamento da rede em todas as ilhas dos Açores”.

Luís Cabral falava à margem de uma visita ao Centro de Saúde de Vila Franca do Campo, em que também esteve presente a Secretária Regional da Solidariedade Social, Andreia Cardoso, que visou avaliar com profissionais e utentes “o impacto das alterações introduzidas em julho nos centros de saúde de S. Miguel, que permitiram quase duplicar as camas disponíveis para cuidados continuados nesta ilha”, que passaram de 84 para 153.

Os centros de saúde, segundo Luís Cabral, passam assim a ter “uma nova e importante função no alargamento da rede de cuidados continuados com uma resposta em proximidade com os utentes e os seus familiares”.

“É objetivo do Governo reforçar o investimento nesta área, alargando-a a todas ilhas, tendo para isso inscrito uma verba de 2,4 milhões de euros no conjunto da Secretaria Regional da Saúde e da Secretaria Regional da Solidariedade Social”, afirmou.

“É um aumento no investimento que é feito também por via do diálogo que se tem mantido com os  parceiros sociais, que identificaram esta área como uma prioridade de investimento”, acrescentou Luís Cabral, salientando que, no próximo ano, “existirão 226 camas de cuidados continuados integrados em toda a Região”.

O Secretário Regional destacou ainda o esforço que está a ser feito no campo da formação, estando previstas ações que chegarão a 64 profissionais da Unidade de Saúde de Ilha de São Miguel em três cursos básicos.

Um desses cursos está a decorrer, enquanto os restantes dois vão realizar-se no fim deste mês de outubro e no início de novembro.

Em 2015, vão realizar-se também cursos que abrangerão profissionais de outras ilhas e será realizado um curso básico de cuidados paliativos pediátricos.

“Estaremos assim em condições de poder dar resposta qualificada e com pessoas com formação adequada, uma vez que se trata de uma área extremamente sensível”, frisou Luís Cabral.

GaCS/RL Açores

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