Ponte pedonal suspensa na ribeira da Fajã dos Vimes, em São Jorge, é exemplo da valorização dos trilhos dos Açores, afirma Marta Guerreiro 

A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo afirmou que o projeto da ponte pedonal suspensa na ribeira da Fajã dos Vimes, em São Jorge, é mais um exemplo da valorização dos trilhos dos Açores, permitindo a fruição ativa daquele percurso em todas as épocas do ano.

“Este é um investimento necessário para manter a qualidade do trilho e continuar a garantir a imagem dos Açores como destino seguro, no que diz respeito à prática do pedestrianismo, tratando-se da primeira ponte com este efeito na Região”, frisou Marta Guerreiro, que falava quarta-feira na apresentação do projeto, no âmbito da visita estatutária do Governo à ilha de São Jorge.

Marta Guerreiro salientou que, através desta ponte suspensa, com cerca de três dezenas de metros de extensão, é garantida “a passagem em segurança de pedestrianistas e de residentes na Ribeira dos Cavaletes, o que permitirá uma fruição ativa deste trilho em todas as épocas do ano”.

“A nossa convicção, pela perceção que temos dos pedestrianistas, é de que estes procuram e solicitam na Região trilhos com desafios cada vez mais técnicos e com graus de exigência cada vez maiores e é neste sentido que todos estamos a trabalhar”, assegurou a titular da pasta do Turismo.

Nesse sentido, destacou que a ilha de São Jorge “apresenta trilhos de grande qualidade, sendo uma das mais importantes imagens de marca dos trilhos açorianos, onde se verifica uma procura acentuada por este produto de eleição”.

A Secretária Regional adiantou que esta ilha contará, ainda este ano, com mais uma Grande Rota, passando a disponibilizar duas grandes rotas e oito pequenas rotas.

“A nova Grande Rota já está aprovada em sede de Comissão de Acompanhamento de Percursos Pedestres e terá como objetivo unir os dois concelhos, num percurso com uma extensão de 100 quilómetros”, revelou a governante, acrescentando que atualmente “estão a ser coordenados os recursos necessários para a sua implementação no terreno”.

Marta Guerreiro afirmou que “as Grandes Rotas são projetos dinâmicos, onde é possível continuar a melhorar a qualidade dos traçados e abranger áreas cada vez maiores, sendo também imprescindível a possibilidade de atravessarem os centros das freguesias e vilas, para que se continuem a criar dinâmicas económicas, tanto no aspeto de alojamento, como na restauração”.

“Para além da Grande Rota, este ano contamos também inserir na rede regional, em São Jorge, mais um percurso circular com cerca de 7,2 quilómetros”, frisou, salientando que “os percursos pedestres têm sido criados na Região, por todas as ilhas, com o intuito de potenciar o que cada uma tem para oferecer, permitindo que os turistas possam desfrutar da natureza ímpar dos Açores não só de uma forma contemplativa, conservando, ao mesmo tempo, este património ambiental, mas fomentando também a sua fruição ativa”.

O arquipélago dos Açores dispõe atualmente de 674 quilómetros de percursos homologados, com 78 Pequenas Rotas e cinco Grandes Rotas inseridas na Rede Regional.

 

 

GaCS/RL Açores

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