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PS e PCP inviabilizam protesto do PSD sobre mau serviço da SATA Internacional no Faial

PS e PCP inviabilizam protesto do PSD sobre mau serviço da SATA Internacional no Faial

O PSD/Açores acusou esta manhã o PS e o PCP de inviabilizarem a aprovação de um voto de protesto “contra a qualidade do serviço que a SATA Internacional/Azores Airlines está a realizar nas ligações da Horta com Lisboa, que tem provocado prejuízos irreparáveis no Turismo, na Economia em geral, e na imagem dos Açores junto de quem nos visita”, disse o deputado Luís Garcia.

Segundo o social democrata, a operação da SATA Internacional/Azores Airlines no Aeroporto da Horta vem-se revelando, “pelo segundo ano consecutivo, sobretudo durante o Verão IATA, um verdadeiro tormento. É lamentável que, face ao nosso protesto e face ao protesto dos faialenses, o partido do governo e um partido da oposição, o PCP, se recusem a apoiar quem está a ser prejudicado”, frisou.

“Foram excessivamente frequentes os cancelamentos e ou divergências em que a companhia invocou razões incompreensíveis e desconformes com a realidade”, afirma o parlamentar, salvaguardando que isso se junta às vezes “em que as condições meteorológicas impediram a operação e obrigaram, naturalmente, a cancelamentos”.

Luís Garcia apontou dois casos concretos, “o voo da SATA Internacional que devia ter aterrado na Horta às 16h40 de 17 de agosto e que foi obrigado a divergir para a Terceira devido à baixa visibilidade na Horta”, ou “a ligação da SATA Internacional à Horta a 5 de setembro, que foi adiada e depois cancelada, com os passageiros a aguardarem 45 minutos dentro do avião. Houve a desculpa inicial de que havia congestionamento de tráfego, invocando-se depois as condições meteorológicas no Faial e no Pico, facto que não era verdadeiro, atendendo ao METAR conhecido”, explicou.

“Em qualquer um desses casos, e em outros, a SATA Internacional dispôs de condições atmosféricas favoráveis para realizar os voos para o aeroporto da Horta depois do pôr do sol, mas não o fez, aparentemente porque os seus pilotos não estão certificados para esse efeito”, acrescentou Luís Garcia.

“A SATA tem a obrigação de conhecer como ninguém as condicionantes especiais da meteorologia dos Açores e o facto de muitas vezes, essas condicionantes serem de curta duração. Por comparação com a TAP, aquela companhia raramente aguarda melhorias em voo para proceder à tentativa de aterragem”, afirma o social democrata.

“Estas frequentes perturbações, verificadas pelo segundo ano consecutivo na operação da SATA Internacional no aeroporto da Horta, aparentemente não interessam ao Governo Regional, que nada disse ou fez sobre assunto”, concluiu o deputado.

GI PSD/Açores

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