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PSD quer ver revertidas várias opções políticas na Saúde açoriana

PSD quer ver revertidas várias opções políticas na Saúde açoriana

O PSD/Açores defendeu hoje a necessidade de serem “revertidas” várias opções políticas na gestão do Serviço Regional de Saúde, “visando a melhoria do setor, e a correção de inúmeras situações que prejudicam claramente os utentes”, avançou o deputado Luís Maurício.

O parlamentar considera que “têm de ser revertidas” algumas das políticas seguidas pelo anterior governo e pelo anterior responsável pelo setor da Saúde, tendo-se congratulado com o facto do atual executivo ter abandonado a escolha de gestores para o cargo de presidentes dos conselhos de administração dos hospitais açorianos, já que “a responsável nomeada para o Hospital da Ilha Terceira é uma clínica competente e capaz de gerir os interesses daquela unidade”.

O social-democrata lembrou que “outra das situações que tem de ser alterada, prende-se com a deslocação de médicos especialistas às ilhas sem hospital, que verificou uma quebra de 80% em 2014, por via da legislação em vigor. Apesar de ter melhorado, continua longe das necessidades a diversidade de especialistas que se deslocam”, frisou.

“Isso já levou a falta de assistência a muitos utentes, o que prova que foi um ato de má gestão, tendo de se deslocar muitos deles às ilhas com hospital, e aumentando os custos respetivos”, criticou.

Outra situação visada foi a das listas de espera cirúrgica, que Luís Maurício apontou como “um problema que nem devia ser para resolver agora, já devia era estar resolvido. Muita da legislação criada não passa do papel, não é cumprida, e isso já acontece há dois anos”, disse.

“Os doentes não são informados da sua situação nos locais adequados, e não sabem quando poderá acontecer a sua cirurgia. Até hoje estão por cumprir as várias medidas criadas nesse sentido e os doentes nem sabem como podem reclamar”, realçou.

Luís Maurício sugeriu ao novo secretário regional da Saúde que “tenha coragem para reverter estas e outras situações. É grave o que se passa com muito utentes, que não vêm os seus direitos respeitados nem têm garantia de que a sua intervenção cirúrgica vai ocorrer. A bem dos doentes, têm de dar esse passo”, concluiu.

 

 

 

 

 

 

GI PSD Açores/RL Açores

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