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SATA deve esclarecer opções técnicas da adesão ao projeto RISE, considera PSD Açores

SATA deve esclarecer opções técnicas da adesão ao projeto RISE, considera PSD Açores

O PSD/Açores quer saber que tipo de equipamento vai ser utilizado pela SATA após aderir ao Projeto RISE (RNP Implementation Synchronized in Europe), uma iniciativa que vai testar um novo sistema de navegação na Europa, utilizando a tecnologia de satélite por GPS.

 

Segundo o deputado Jorge Costa Pereira, “é com óbvia satisfação que recebemos a informação de que a SATA tinha decidido aderir ao Projeto RISE, uma opção que se considera positiva, pelo que queremos agora saber qual o tipo de equipamento que a companhia irá utilizar nos seus aviões”, adianta.

 

Num requerimento enviado à Assembleia Legislativa, o social democrata pede informações à tutela sobre o assunto, explicando que aquele projeto “visa melhorar a precisão da trajetória de aproximação das aeronaves à pista. Espera-se que venha a diminuir os cancelamentos por falta de visibilidade ou “tecto” de nuvens baixo, assim como o consumo de combustível nas fases de aproximação e aterragem, reduzindo o seu impacto ambiental”, avança.

 

Jorge Costa Pereira sublinha que a SATA tornou público “que o Projeto RISE, uma iniciativa liderada e cofinanciada pelo SESAR JU (Single European Sky Air traffic management  Research Joint Undertaking), vai contemplar os três aviões A320 e o aeroporto na Horta. Prevendo-se, ainda este ano, o alargamento ao aeroporto de Ponta Delgada”.

 

“Acontece que os novos procedimentos, resultantes do Projeto RISE, poderão capacitar os aviões para aproximações de acordo com três níveis (RNP 0.3; RNP 0.2; e RNP 0.1), que dependerão do nível do equipamento a instalar nas aeronaves”, acrescenta o deputado.

 

“Ora, considerando que entre o RNP 0.3 e o RNP 0.1 existe uma significativa diferença na altitude mínima de aproximação das aeronaves”, o social democrata pretende ver esclarecido, “qual destes três níveis de equipamento será usado pelas aeronaves nas pistas dos aeroportos da Horta e de Ponta Delgada”.

 

Jorge Costa Pereira questiona ainda se a companhia aérea regional equaciona, “numa fase posterior, alargar a instalação de tal equipamento às aeronaves da frota da SATA Air Açores”, conclui.

GI PSD Açores/RL Açores

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