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Sérgio Ávila considera fundamental que as empresas açorianas adiram à tecnologia digital

Sérgio Ávila considera fundamental que as empresas açorianas adiram à tecnologia digital

O Vice-Presidente do Governo dos Açores reiterou hoje a ideia de que “dificilmente haverá sucesso empresarial sem a utilização da panóplia de recursos que o digital permite”, instando as empresas regionais a aderirem a essa tecnologia.

Sérgio Ávila, que falava, em Angra do Heroísmo, na abertura do workshop ’Economia Digital e PME’, sublinhou que “o digital está a tornar-se incontornável, senão mesmo imprescindível, na atividade das empresas”, possibilitando-lhes “ganhos em termos de sustentabilidade e de competitividade”.

A realização de oportunidades de reflexão sobre o tema, como este encontro, constitui, segundo disse, uma forma de o Governo suscitar uma “crescente adesão às novas tecnologias de informação e comunicação”.

Na sua intervenção, o Vice-Presidente lembrou que, no âmbito do sistema de incentivos Competir+, estão disponíveis apoios para projetos que tenham como componente de investimento a introdução de tecnologias de informação e comunicação.

“O apoio à introdução e utilização das tecnologias digitais nas nossas pequenas e médias empresas pretende, mais do que a melhoria, propriamente dita, da sua atividade, dotá-las de meios que lhes permitam recolocar-se perante o desafio da internacionalização e da sua participação efetiva no reforço da capacidade exportadora dos Açores”, afirmou Sérgio Ávila.

O papel da iniciativa privada “na luta contra as dificuldades impostas, nestes últimos anos, pela situação económico-financeira internacional e nacional”, foi também realçado pelo Vice-Presidente do Governo.

“Implementámos a Agenda Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade Empresarial, em que uma das suas 60 medidas é, exatamente, o fomento da introdução do digital nas PME, mas é justo reconhecer que o setor privado correspondeu a esse esforço”, frisou.

Sérgio Ávila revelou, a propósito, que as medidas desenvolvidas “chegaram a mais de 33.000 açorianos e mais de 2.650 empresas, apoiando, por outro lado, a criação de mais de 330 empresas e de 3.450 empregos, num percurso que não teria esse bom resultado sem a participação decisiva do setor privado.”

Para o Vice-Presidente do Governo dos Açores, os números dizem que este é “o caminho certo”, mas frisou que é preciso “prosseguir, reforçando medidas e resultados”, porque existe “a consciência de que há ainda muito por fazer e alcançar.”

Sérgio Ávila aludiu à Marca Açores para dar o exemplo de uma medida que, bem aproveitada pelo setor produtivo, pode resultar em mais-valias importantes em termos de exportações regionais.

“A globalização e a crescente modernização de processos introduzem, por um lado, maiores possibilidades de negócio e maior velocidade na sua concretização, mas, por outro lado, constituem barreiras intransponíveis a quem não estiver preparado”, sublinhou.

Para o Vice-Presidente do Governo, são, por isso, “indispensáveis aos Açores, como região desenvolvida, empresários com visão e empresas modernas, ao nível do melhor que a tecnologia for criando”.

GaCS/RL Açores

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