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Vitivinicultores dos Açores candidataram um investimento global de 2,5 ME ao programa VITIS em 2014

Vitivinicultores dos Açores candidataram um investimento global de 2,5 ME ao programa VITIS em 2014

O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente revelou esta segunda-feira que que as candidaturas apresentadas no ano passado pelos vitivinicultores açorianos ao Programa VITIS representam um investimento global de cerca de 2,5 milhões de euros no setor, apoiado em sensivelmente 2,2 milhões de euros.

Luís Neto Viveiros, que falava na cerimónia de assinatura de um protocolo de cooperação com a Adega Cooperativa dos Biscoitos, no concelho da Praia da Vitória, considerou este investimento “muito relevante na Região e, em particular, nesta área”, adiantando que, entre as cerca de 50 candidaturas recebidas, 23 já se encontram aprovadas.

Além do VITIS, um programa de apoio à reestruturação de vinhas que pretende contribuir para o aumento da área de reestruturação apta a produzir vinhos de Denominação de Origem (DO) e Identificação Geográfica (IG), o Secretário Regional incentivou os produtores e as cooperativas a aproveitarem as “ferramentas existentes”, destacando outro regime de incentivos recentemente aprovado na Assembleia Legislativa Regional, por proposta do Governo, “que tem a ver com ajudas à manutenção”.

Trata-se de um novo sistema de incentivos à manutenção de paisagens tradicionais da cultura da vinha em currais e em socalcos e de pomares de espécies tradicionais situados em áreas de paisagem protegida, suportado exclusivamente por fundos regionais, e que se aplica a todo o arquipélago dos Açores.

Luís Neto Viveiros realçou o enquadramento, por exemplo, da zona demarcada dos Biscoitos neste sistema, salientando, em declarações aos jornalistas, que os apoios previstos são atribuídos anualmente em função da dimensão das explorações, podendo atingir o valor máximo de 2.350 euros por hectare.

“Isso tem os seus motivos”, afirmou o Secretário Regional, acrescentando que as explorações maiores “do ponto de vista da rentabilidade das áreas exploradas” estão mais capacitadas para “produzir retorno financeiro”.

O Secretário Regional frisou, por outro lado, que o Governo dos Açores decidiu prolongar o período de atribuição de apoios.

GaCS/RL Açores

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