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Zonas balneares dos Açores são um produto turístico pela diversidade que representam, afirma Marta Guerreiro

Zonas balneares dos Açores são um produto turístico pela diversidade que representam, afirma Marta Guerreiro

A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo afirmou hoje, na Graciosa, que as zonas balneares dos Açores constituem um produto turístico de grande relevância pela sua diversidade, representando um espaço de fruição ativa por excelência.

“É indiscutível que os Açores são um lugar privilegiado para a prática do turismo costeiro pela variedade deste tipo de zonas, onde se incluem piscinas naturais, praias e baías que são uma porta de entrada para as atividades de lazer relacionadas com o mar, enquanto imagem de marca de um destino como os Açores”, frisou Marta Guerreiro, em declarações no final de uma visita à Zona Balnear do Barro Vermelho, no âmbito da visita estatutária do Governo à ilha Graciosa.

Por seu lado, o Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, também presente nesta visita, salientou que a Direção Regional dos Assuntos do Mar “apoiou a requalificação desta zona balnear, num investimento de cerca de dois mil euros, com o objetivo de melhorar as condições de acesso, segurança e usufruto balnear, valorizando esta zona como atração turística da Graciosa”.

Gui Menezes adiantou ainda que “arrancou em maio um programa de monitorização das águas balneares que, este ano, tem como objetivo a recolha e a análise de mais de meio milhar de amostras das águas balneares em todas as ilhas para garantir a sua qualidade”.

“Este ano foram identificadas 70 águas balneares, mais seis do que no ano passado, existindo 34 zonas balneares com o galardão de Bandeira Azul, sendo que uma delas é precisamente a zona balnear do Barro Vermelho”, frisou o Secretário Regional.

Os Açores têm mais de 150 zonas balneares classificadas no Plano de Ordenamento da Orla Costeira – POOC, das quais 130 são monitorizadas pela Direção Regional dos Assuntos do Mar.

“O Governo dos Açores está empenhado na consolidação de um turismo de natureza ativo, onde a fruição ativa dos espaços naturais se constitui como uma prioridade, onde as zonas costeiras, por exemplo, são o motor de desenvolvimento para atividades como a observação de cetáceos, desportos de ondas e mergulho, que têm ganho uma expressão cada vez maior, neste último caso, em concreto, na ilha Graciosa”, afirmou Marta Guerreiro.

A titular da pasta do Turismo salientou, por isso, que “as atividades relacionadas com o mar representam uma grande importância para um destino turístico como os Açores, já que estamos a falar de ilhas no meio do Atlântico, com níveis elevados de qualidade das suas águas, sendo indiscutível as potencialidades deste imenso recurso”.

GaCS/RL Açores

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