Luís Silveira fez ponto de situação ao sexto dia da crise sismo-vulcânica – autarca velense falou sobre saída da população do concelho e voltou a apelar à calma (c/áudio)

 

Depois de milhares de sismos a serem registados desde o passado dia 19 de março, cerca de duas mil pessoas a abandonarem o concelho das Velas, Luís Silveira apelou à calma e serenidade perante esta crise sismo-vulcânica, compreendendo, no entanto, o sentimento de medo e angústia que se vai gerando na população.

Num ponto de situação efetuado na noite desta sexta-feira, Luís Silveira frisou, porém, que ainda não há razão para uma evacuação geral do concelho.

O autarca falou ainda sobre a saída, por vontade própria, da população do concelho, bem como daquela que foi a evacuação das fajãs ou a transferência de utentes da Casa de Repouso João Inácio de Sousa para a Calheta.

Luís Silveira explicou ainda que não houve a necessidade de realojar nenhum habitante das fajãs, uma vez que os mesmos foram para casas próprias fora da fajã ou para casa de familiares ou amigos.

O Presidente da autarquia fez também saber quais os efeitos que esta crise está para já a gerar no concelho das Velas.

Luís Silveira falou ainda sobre a questão dos animais em caso de necessidade de evacuação no concelho.

Questionado sobre a capacidade das Velas para resistir a um sismo de grande magnitude, o autarca velense destacou a robustez do parque habitacional.

Luís Silveira falou ainda sobre a possibilidade de uma visita de Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da República, à ilha.

 

 

 

Liliana Andrade/RL Açores