O Presidente da Câmara Municipal da Horta defendeu que, no atual contexto das ligações aéreas, é urgente estabelecer um teto máximo de tarifa para a rota Lisboa-Horta e para as restantes rotas abrangidas pelas Obrigações de Serviço Público, sob pena de se estar a condicionar de forma grave a mobilidade das pessoas que vivem no Faial e noutras ilhas dos Açores.
Para o autarca faialense, que falou à comunicação social após ter reunido com as agências de viagens da ilha para analisar a situação, “a aplicação do valor máximo de 600€ de tarifa para efeitos de reembolso, a implementação da plataforma informática e todas as questões associadas, e a liberalização do preço máximo do bilhete, em simultâneo, criam uma tempestade perfeita para a mobilidade dos faialenses e açorianos”.
Carlos Ferreira defendeu também que “o passageiro deve pagar apenas os 119€ de tarifa máxima, à semelhança do procedimento da Tarifa Açores, que é um bom exemplo para o Governo da República”. Para o efeito, entende que “as agências de viagens podem ser um parceiro importante e devem ser envolvidas no processo, poupando-se a burocracia, o tempo de espera e, nalguns casos, a impossibilidade de deslocação, aos residentes nas regiões autónomas”.
Na sequência da reunião, o autarca anunciou o envio de uma missiva oficial do Município da Horta ao Governo da República e à Associação Nacional de Municípios Portugueses, com a posição da Autarquia.
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