O período de defeso da apanha da ameijoa da Fajã da Caldeira de Santo Cristo terminou dia 15 de agosto, no entanto continuam a existir regras para a apanha da amêijoa, regras estas, que de acordo com o grupo de cogestão adaptativa da apanha da amêijoa na Fajã da Caldeira de Santo Cristo não são respeitadas. A bióloga marinha Adriana Luz, membro do grupo, alerta ainda para o reduzido número de amêijoas na lagoa.
É tradição da Fajã da caldeira de Santo Cristo as famílias passarem o dia na lagoa e dedicarem-se à apanha da ameijoa de 15 de agosto até ao final do mês, no entanto com a implementação da regulamentação da apanha de espécies nos Açores os locais deixaram de o poder fazer de forma legal.
Adriana Luz, Bióloga Marinha revelou que no ano passado foram contabilizadas 250 pessoas na apanha da amêijoa ilegal e que este ano existe uma diminuição deste número.
O Grupo de Cogestão da apanha da amêijoa considera que a solução pode passar pela regulamentação da apanha lúdica.
Para os residentes é importante educar quem apanha de forma a tentar preservar a amêijoa.
O Grupo de Cogestão da apanha da amêijoa alertou ainda para a ausência de autoridades na Fajã da caldeira de Santo Cristo de forma a controlar a apanha ilegal.
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