Topo e Santo Antão unidos na defesa de um serviço essencial para a população

A Comissão de Política Geral da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores deslocou-se à ilha de São Jorge no âmbito da análise de uma petição que defende a reposição do serviço de emergência pré-hospitalar durante a noite assegurado, até janeiro, pela Associação de Bombeiros Voluntários da Calheta, na sua secção avançada da freguesia do Topo.

No decurso da visita, a Comissão procedeu à audição das primeiras subscritoras da petição, que são simultaneamente Presidentes das Juntas de Freguesia do Topo e de Santo Antão, que reiteraram a importância da reposição deste serviço para a segurança e bem-estar das populações locais.

Foram igualmente ouvidos a Presidente da Direção e o Comando da Associação de Bombeiros Voluntários da Calheta, representantes da Câmara Municipal da Calheta (Presidente, Vice-presidente e Vereador), da Federação de Bombeiros da Região Autónoma dos Açores e o Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática, que esteve acompanhado pelo Presidente do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores.

As audições permitiram recolher contributos relevantes sobre a situação atual do socorro pré-hospitalar naquela zona da ilha e avaliar o impacto da ausência deste serviço, considerado essencial pelas entidades ouvidas.

Segundo a Câmara Municipal da Calheta, esta audição surge na sequência do trabalho persistente e concertado que tem vindo a ser desenvolvido na defesa da manutenção deste serviço essencial, cuja importância para a segurança, proteção e bem-estar da população é inquestionável. Ao longo dos últimos meses, têm sido encetados diversos esforços junto das entidades competentes, procurando sensibilizar para o impacto que esta medida representa para os habitantes da zona mais oriental do concelho.

As autarquias reiteraram a necessidade de encontrar uma solução que garanta uma resposta eficaz às emergências durante o período noturno, salvaguardando a proximidade e a rapidez de intervenção que as populações legitimamente esperam e necessitam.

RL/CMC/ALRAA