O Governo dos Açores reforçou a capacidade de alojamento do Serviço de Apoio ao Doente Deslocado (SADD) em Lisboa, através da assinatura de um novo protocolo que integra mais um apartamento T2, com dois quartos, e um apartamento T1 adaptado a utentes com mobilidade reduzida.
Este reforço surge para colmatar uma necessidade identificada pela equipa do SADD, liderada por Catarina Silva, permitindo dar uma resposta mais adequada ao crescente número de utentes da Região Autónoma dos Açores que se deslocam ao continente para a realização de exames, consultas ou tratamentos médicos.
Para a Secretária Regional da Saúde e Segurança Social, esta medida reflete a atenção permanente do Governo Regional às dificuldades sentidas pelos utentes quando são obrigados a sair da Região para cuidados de saúde.
Ao longo de 2025, o SADD deu resposta a 832 utentes, correspondendo a um total de 1.139 processos, uma vez que alguns utentes realizaram mais do que uma deslocação. A maioria das deslocações teve como destino o Instituto Português de Oncologia (IPO), o Hospital de Santa Cruz, o Hospital Curry Cabral e o Hospital Dona Estefânia, em Lisboa.
Relativamente à duração das estadas, 46% corresponderam a estadias breves, inferiores a cinco dias. Quanto à origem dos utentes, 54% eram provenientes do Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, 34% do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira e 12% do Hospital da Horta.
Durante o ano de 2025, a equipa do SADD realizou um total de 11.914 intervenções, que incluíram acompanhamento psicossocial, contactos telefónicos, orientação sobre procedimentos de deslocação, processamento de diárias e prestação de informação sobre direitos e deveres dos utentes. Foram ainda efetuados 3.762 diagnósticos sociais e 6.751 diligências, assegurando um acompanhamento ativo e eficaz, particularmente em processos de maior complexidade.
O SADD assume-se, assim, como uma estrutura essencial e de elevada responsabilidade social
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