Face à posição do maior partido da oposição e no seguimento de notícia, da rádio pública, sem pedido de contexto ao Governo Regional, a Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública, através do Portal do Governo dos Açores manifestou-se, afirmando “que não é tecnicamente possível comparar dados parcelares da divida pública com o ‘stock’ de divida no final de cada ano, uma vez que os dados parcelares incluem, por exemplo, a utilização de contas correntes, amortizações e ‘factoring’ que no final de cada ano sofrem flutuações”.
Na mesma publicação a Secretaria explica, ainda, que o “valor apresentado pelo Banco de Portugal relativo ao segundo trimestre de 2024 considera a autorização concedida pelo Orçamento de Estado de 75 milhões de euros de conversão de divida comercial do setor da saúde em divida financeira”, relembrando que “estes dados refletem ainda cerca de 110 milhões de euros de operações de refinanciamento aprovadas pelo Parlamento dos Açores”.
Deste modo, a Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública afirma que “o valor apresentado, à semelhança do que aconteceu nos últimos anos, não tem qualquer correspondência com o ‘stock’ da dívida registado no final do ano”.
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