Governo Regional e PS recusaram proposta justa para os agentes de segurança nos Açores, considera PSD

O PSD/Açores lamentou ontem o chumbo socialista a uma proposta que pretendia “a atribuição de um subsídio de insularidade aos elementos das forças de segurança colocados na Região”.

Segundo o deputado Bruno Belo, “os deputados do PS e vice presidente do governo regional confundiram claramente o apoio prestado aos funcionários regionais com subsídio de insularidade, defendendo  um valor exíguo e miserável, que não terá efeitos práticos para a fixação das forças de segurança deslocadas nos Açores”.

“Votamos favoravelmente a proposta, com um misto de satisfação e de lamento”, referiu o social democrata, demonstrando “a nossa satisfação, porque realmente se confirmou que existe uma insularidade diferente entre todos os agentes de segurança que prestam serviço na Região”, mas “um lamento, porque o PS preferiu aprovar uma proposta que não dignifica as forças de segurança, que não é justa, não é equitativa”.

“E fê-lo, para recusar uma proposta do PSD, do CDS-PP, do BE, do PCP e do PPM que atribuía justiça, equidade, equilíbrio, e dignificava as carreiras das forças de segurança na Região”, afirmou Bruno Belo.

O deputado avançou ainda “a tristeza com que ouvimos a forma como o vice presidente do governo regional se referiu a esta questão, mostrando uma total falta de respeito pelos portugueses e pelos açorianos, nomeadamente pelo esforço feito a pagar a bancarrota do PS”.

E recordou que, “em 2011, os Açores foram de chapéu na mão a Lisboa, pedir que nos emprestassem dinheiro. Em 2015, tínhamos credibilidade. Em 2016, a postura é esta que hoje aqui vimos”, frisou.

Bruno Belo reforçou também que “ficou aqui sem resposta uma questão tão básica como saber quanto é o subsídio de insularidade de um magistrado, de um notário, de um funcionário de conservatória ou de um funcionário judicial. O vice presidente do governo regional não nos respondeu”, concluiu.

GI PSD Açores/RL Açores

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